Homenagem aos Funcionários do SIBiUSP

Comemoracao_SIBiUSP_30-Anos_20120316_[57]Em 16 de Março de 2012, realizou-se no Auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, a cerimônia comemorativa aos 30 Anos do SIBiUSP.

Nesta cerimônia foram homenageados os funcionários que até 12 de março haviam completado 30 anos ou mais dedicados às Bibliotecas da USP. Foi uma homenagem singela aqueles que muito fizeram pela Universidade.

Veja as fotos:

Fotos por: Alander Marques Machado

Texto lido pela Profa. Sueli na cerimônia de abertura:

SIBIUSP 30 anos: Revisitando a história e prospectando o futuro

Sueli Mara Soares Pinto Ferreira

Diretora do SIBIUSP

As bibliotecas são instituições milenares e resultado de um processo civilizatório em constante transformação. É natural, portanto, que, de tempos em tempos, as mudanças na sociedade impactem seus objetivos e pressupostos e reorientem seus processos, trazendo novos sentidos e significados para sua existência.

Na Universidade de São Paulo, pensar o papel das bibliotecas tem sido uma prática freqüente e tem ocorrido de forma mais intensa nos momentos em que ela própria se apresenta como objeto de reflexão.

A trajetória do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP representa um somatório de muitos esforços e de longo período de maturação. Cada tijolo assentado foi, e ainda é, fruto de discussões e estudos aprofundados de toda uma equipe de profissionais comprometidos, motivados e bem preparados.

Em sua origem, 1934, a Universidade de São Paulo congregou diversas Faculdades já existentes, e, naquele momento, incorporou também suas respectivas bibliotecas: Faculdade de Direito (de 1827), a Escola Politécnica (1894), Faculdade de Medicina (1914), ESALQ (1901), o Instituto de Educação (1933), elementos da Escola de Veterinária (1938), elementos da Escola de Farmácia e Odontologia (1899). Como se pode ver, temos em nossa origem bibliotecas centenárias e de relevância capital para o desenvolvimento do Estado e do país.

O prof. Dr. Oscar Americano da Faculdade de Direito e Reitor da USP de 1941 a 1946, em seu livro A Universidade de São Paulo: dados, problemas e planos, registrou a trajetória de sua gestão, que priorizou a instalação da Universidade no Campus Butantã. Nesta obra, destacava a construção de um “monumental edifício da Reitoria com todos os setores da administração central, centro de professores, centro de pós-graduados, aula magna e biblioteca”. O espaço destinado tornou-se a atual Praça do Relógio. “O entrosamento funcional entre todas as bibliotecas de faculdades seria de tal modo organizado que formaria um conjunto em estrela, conectados via túneis com a biblioteca central”1.

A idéia de Oscar Americano chegou a gerar estudos preliminares executados por Rino Levi, um dos expoentes da arquitetura moderna no Brasil. Sua projeção era para uma coleção de 450 mil volumes, salas de leituras, salas de consultas, sala para o catálogo bibliográfico e – o mais interessante – um sistema de torre para depósito dos livros com instalação de dispositivos mecânicos ou pneumáticos de transporte, indispensáveis à rapidez dos serviços, numa biblioteca desse vulto2.

Este projeto arquitetônico não se concretizou à época, mas a biblioteca central foi criada em 1947, e passou a constar oficialmente nos documentos universitários, tornando o ponto focal da proposta de constituição de um órgão central na USP com a função regimental de coordenar e normalizar as atividades biblioteconômicas da universidade.

Embora fosse uma brilhante concepção, a proposição não se efetivou na prática. A falta desta coordenação central deixou espaço para a proliferação de bibliotecas, salas departamentais e coleções professorais, as quais – ao final da década de 50 – somavam 148 unidades, muitas delas fruto de investimento pessoal e não institucional, com desigualdades no que se refere à qualidade, completude, volume e acesso às suas coleções e serviços.

Neste contexto, início dos anos 60, três estudos seqüenciais foram encomendados pela Reitoria com o propósito de analisar as instalações, acervos, produtos e serviços oferecidos.

O primeiro estudo, coordenado pela ilustre bibliotecária Maria Luiza Monteiro da Cunha3, então Diretora da Biblioteca Central, ocorreu em 1961, seguido, no mesmo ano, de outro, coordenado por Herman H. Fussler da Universidade de Chicago4. O terceiro, em 1963, foi elaborado pelos já renomados professores Rubens Borba de Morais, Jayme A. Cavalcanti, Sergio Buarque de Holanda e Paulo de Camargo Almeida5. Esses estudos reforçaram a necessidade da criação de um Sistema de Bibliotecas Universitárias, com ênfase na premência de uma estrutura administrativa, política e gerencial com orçamento próprio e centralizado, visando racionalizar recursos, uniformizar processos técnicos e investir na capacitação contínua dos funcionários para o trabalho documental e informacional. No entanto, em nenhum deles se aponta os caminhos para tal.

A década de 70, foi marcada pela Reforma Universitária, ação que provocou mudanças profundas em todos os setores da USP e, certamente, com especial impacto no âmbito das bibliotecas. A concretização da reforma atuou profundamente na forma de pensar o tema das bibliotecas pelas próprias equipes bibliotecárias e seus superiores. Como resultado, a antiga Biblioteca Central deu origem à Divisão de Biblioteca e Documentação.

A partir desta época, o espírito de entrosamento entre as bibliotecas, de compartilhamento de experiências e, principalmente, de sistema, começou a tomar corpo e ganhou força com a criação do GISBUSP – Grupo de Integração do Sistema de Bibliotecas da USP, oficializado pela Portaria 1804, assinada pelo Reitor Miguel Reale em maio de 1972.

Sob coordenação da bibliotecária Rosemarie Appy, este grupo estudou os problemas e tarefas comuns às bibliotecas USP e propôs soluções viáveis e equitativas.

Um dos principais produtos dessa época foi a consolidação de um descritivo dos requisitos mínimos para que uma dada coleção de livros pudesse vir a ser considerada uma biblioteca universitária. Como decorrência, a comunidade USP se reorganizou e passou a operar com 76 espaços oficialmente consagrados como bibliotecas, todos eles representando, de alguma maneira, um conceito básico inicial e comum.

Ao final dos anos 70, e início dos anos 80, um novo grupo de professores e bibliotecários foi nomeado pelo então Reitor Prof. Dr. Mário Guimarães Ferri. Pautado na experiência e informações acumuladas pelo GISBUSP, este grupo apresentou o relatório intitulado “Diagnóstico das bibliotecas da Universidade de São Paulo”, o qual deu origem, finalmente, ao que ainda hoje se intitula Sistema Integrado de Bibliotecas – SIBIUSP6.

Esse grupo foi coordenado pelo Prof. Dr. Oswaldo Paulo Forattini e contou com a participação das bibliotecárias Diva Carraro de Andrade, Fernanda Imparato Piochi, Maria Angélica Rodrigues Quenel, Maria Luiza Rigo Pasquarelli, Maria Teresinha Dias de Andrade, Rosmarie Appy e, ainda, a Profa. Dinah Aguiar Población.

Criado em 1981, o atual SIBIUSP concretizou a integração das diversas bibliotecas, pautando-se nas propostas advindas do Seminário de Bibliotecas Universitárias, ocorrido em Brasília de 20 a 24 de maio de 1974: “as bibliotecas… se convertem em centros de decisiva importância nas Universidades de hoje e de amanhã. Centros cujas características operacionais devem atender às demandas de seus usuários, agilidade de acesso, facilidade para uso, rapidez, atualidade, precisão e confiabilidade das informações nos diferentes graus de especialização”7.

De imediato, evidenciou-se o impacto e o papel determinante deste novo sistema no âmbito interno à USP, mas também na biblioteconomia brasileira e, de certa forma, no cenário internacional. As bibliotecas USP passam a desenvolver, sistemicamente, inúmeros serviços de atendimento externo à comunidade, catálogo coletivo estadual de livros, comutação bibliográfica, dentre outros. A participação e presença das bibliotecas e respectivas equipes uspianas em projetos e redes nacionais e internacionais, temáticas e inovadoras, tem sido a expressão máxima do compromisso e responsabilidade social assumida por todas elas.

Três décadas depois, o Sistema compreende a ação de mais de 800 profissionais (nível superior, técnico e básico) em 44 bibliotecas alocadas em campi distribuídos por 10 cidades do Estado de São Paulo. Essas bibliotecas abrigam um acervo de 32 mil títulos de periódicos, mais de 100 mil teses defendidas na USP, 594 mil itens de produção USP, 264 mil e-books, 4,5 milhões de empréstimos ano, 1.5 milhões de consultas ao Dedalus por ano, 9 milhões de acessos ao Portal CAPES de Periódicos, 40 mil pedidos de comutação atendidos, 18 mil participantes em eventos e cursos promovidos pelo SIBI, dentre outros dados.

O foco orientador, identificado em 1974, permanece atual e urgente. Não obstante, sua discussão é vista sob novos prismas e olhares e sua operacionalização ocorre de maneira diversa, cada vez mais pautada no avanço das tecnologias digitais. Portanto, novamente estamos compondo grupos de estudo para rever suas estruturas e atualizar suas propostas.

Se em 1984 a eficiência e produtividade do sistema dependiam do programa de aquisição planificada de materiais bibliográficos para o SIBIUSP, hoje o foco está no modelo intitulado patron drive acquisition ou pay-per-view, qual seja, pagamento do conteúdo digital de acordo e, no exato momento, de sua demanda.

Em 1985, surgiram os estudos para o desenvolvimento do banco de dados bibliográficos Dedalus, que, em 1988 abandonou a solução in-house e adotou um software internacional para estruturação do seu OPAC – catálogo de acesso público online. Hoje, nos preparamos para um novo modelo de sistema. Não mais referencial, mas de texto completo; não mais focado no acervo impresso e fisicamente localizado, mas na gestão de recursos eletrônicos distribuídos e hospedados nas nuvens por diversos fornecedores, isto é, em imensos sistemas computacionais distantes, com recursos de ferberização, acessibilidade, integração, interoperabilidade e pautado em padrões internacionais.

Sistemas de recomendação, mecanismos para análises bibliométricas periódicas, repositórios de objetos educacionais de aprendizagem, curadoria digital, repositórios de dados de pesquisa e outros estão sendo estudados, estruturados para disponibilização a todos.

A ideia de se ter próximo ao usuário os conteúdos de que ele necessita, continua atual, no entanto, operacionalizado de forma distinta. O conteúdo deve chegar sim ao usuário, mas em seu laptop pessoal, IPAD ou celular de maneira ágil e rápida. A antiga torre de livros impressos de Oscar Americano deve retornar em algum momento, não mais com tecnologia pneumática, mas com tecnologia digital, de modo a garantir o acesso e a recuperação sob demanda, oferta de serviços personalizados e qualificados, liberando espaço para a convivência, permanência e socialização nas Bibliotecas físicas hoje instaladas.

Em 1987, a USP iniciou o programa de encadernação e restauro. Hoje, o foco se amplia, incorporando materiais impressos e multimídias e, principalmente, questões envolvidas com preservação digital.

O plano de modernização das bibliotecas USP, década de 90, reflete o movimento de informatização da própria Universidade. O apoio da Reitoria à época, na pessoa do prof. Dr. Flávio Fava de Moraes, somando-se também ao apoio da FAPESP, naquele momento, foi fundamental. A proposição do edital INFRA/FAPESP para Bibliotecas possibilitou renovação e adequação das instalações físicas existentes.

Em 1993 foi lançado o UNIBIBLI, catálogo coletivo das três universidades paulistas, marcando o início do CRUESP Bibliotecas, que ainda hoje possibilita a otimização de recursos e aquisição em consórcio de materiais de interesse comum à USP, Unesp e Unicamp.

Outra iniciativa a ser lembrada é o PROBE, Programa de Biblioteca Eletrônica, lançado em maio de 1999, entre CRUESP, FAPESP, BIREME, UFSCAR e UNIFESP, que deu origem ao portal Periódicos da CAPES, nossa atual parceira na gestão de recursos eletrônicos.

Na primeira década do século XXI vertentes importantes ganham força como: – a participação da comunidade com o programa de avaliação da qualidade de produtos e serviços das bibliotecas (PAQ, 2002, 2005, 2007 e 2009) e a constituição de acervos / coleções digitais institucionais destacando-se a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (2001), a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais (2003), o Projeto de Acessibilidade Lumière (2005), o Portal de Revistas da USP (2008) e o Repositório Institucional da Produção Científica (2010).

A inserção da coleção Mindlin ao acervo da Universidade de São Paulo propicia a incursão em novas e inovadoras experiências tanto no universo que se abre com o precioso acervo como nas técnicas e normas de digitalização de acervos históricos de maneira sistêmica. A Brasiliana Digital USP é a concretização singular da apropriação prática de resultados de pesquisas por especialistas oriundos de distintas áreas do conhecimento.

As bibliotecas universitárias de nosso tempo voltam seus olhares ao que lhes é singular: a produção intelectual interna e o aprimoramento da competência informacional de sua comunidade docente e discente. E isto significa, além de um papel de curador e mantenedor da memória institucional, também de produtor de conteúdos digitais qualificados, recuperáveis com simplicidade e garantindo atributos de acessibilidade .

Hoje se instala, mais uma vez, um amplo debate sobre o papel das Universidades e das bibliotecas. As transformações são tão grandes que somos questionados sobre sua função e sobrevivência. Também o Sistema Integrado de Bibliotecas USP sente os reflexos de uma sociedade altamente tecnologizada. Entendemos esses questionamentos como parte de um processo de crescimento e traço de nossa identidade.

Foi nesse espírito, combativo, polêmico, inquieto e instigador que a equipe de profissionais do SIBIUSP passou o ano de 2011. Não apenas comemorando o feito de seus 30 anos, mas refletindo sobre ele, reavaliando e prospectando o que ainda está por vir.

Assim, entre março e novembro de 2011, as bibliotecas USP promoveram fóruns mensais para discutir com a comunidade interna e externa, temas relevantes e emergentes sobre a gestão do conhecimento frente à sustentabilidade, cibercultura, responsabilidade social, internacionalização, acesso universal ao conhecimento, inclusão social, multiculturalismo, pesquisa científica, ética, direitos autorais e sustentabilidade.

No mês de outubro de 2011, foi planejado o Congresso Internacional com o tema “O futuro do conhecimento universal”, onde nos debruçaremos sobre quatro questões básicas: o futuro do livro, o futuro da acessibilidade ao conhecimento, o futuro da produção científica e acadêmica e, finalizando, o futuro das bibliotecas. Contando com pesquisadores do Canadá, Chile, China, Colômbia, Estados Unidos, Noruega, Portugal, Reino Unido e Brasil.

E encerrando nossas comemorações, durante este mês de março, no Museu da Língua Portuguesa, sob a curadoria do prof. Dr. Marcos Galindo, realizamos uma exposição intitulada: “Conhecimento: custódia e acesso”. Tal exposição constitui-se em mais um fórum privilegiado para se discutir o papel das tecnologias, das universidades e de seus sistemas memoriais na integração social da comunidade.

Refletir sobre o acesso ao conhecimento, não apenas comemora o feito dos 30 anos do SIBIUSP, mas o reavalia e prospecta o que ainda está por vir.

1 AMERICANO, Oscar. A Universidade de São Paulo: dados, problemas e planos. São Paulo: Revistas dos Tribunais, 1947.
2 CABRAL, Neyde Angela Joppert. A Universidade de São Paulo: modelos e projetos. 2004. 2 v. Tese (Doutorado) – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004.
3 CUNHA, Maria Luisa Monteiro da. Levantamento das bibliotecas da Universidade de São Paulo. São Paulo, 1961.
4 FUSSLER, Herman H. Relatório de um levantamento geral das bibliotecas da Universidade de São Paulo. São Paulo, 1961.
5 MORAIS, Rubens Borba de. et al. Relatório oficial apresentado ao Magnífico Reitor da Universidade de São Paulo. São Paulo, 1963.
6 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Diagnóstico das bibliotecas da Universidade de São Paulo. São Paulo, 1980.
7 MEMORIAL, 1975.
FUNCIONÁRIOS HOMENAGEADOS (ordenados por unidades):
BCRP:
APARECIDO RODRIGUES
EUNICE MARIA DA SILVA
IZILDA APARECIDA GAIOLI PIRES
LEOPOLDINA MIRA S. OLIVEIRA LIBARDI
LUIZ CARLOS ALVES DE PAIVA
MARIA DE FÁTIMA OLIVEIRA
TANIA APARECIDA BONANI ISIQUECENA:
CELSO DE AGUIARCQ:
ROSANGELA DE JESUS BELLIZIAECA:
MARINA MARCHINI MACAMBYRA
SILVIA ROSANA SOUSA MENDESEE:
VALDIR ROCHAEEFE:
SÉRGIO AUGUSTO CYRIACOEESC:
LUCIA SEMENSATO ZANETTI
NEUZA TEREZINHA MOSSIN CELERE

EP:
AGNALDO APARECIDO DACIOLI
CLÉLIA DE LOURDES LARA MEGUERDITCHIAN
MARIA CRISTINA MARTINEZ BONÉSIO
ROSANGELA MARIA MESSIAS
SILVIA REGINA SARAN DELLA TORRE

ESALQ:
IARA MARIA DE OLIVEIRA ISMAEL
JOÃO DE SOUZA ROCHA
JOSUÉ REINALDO MOTA
MIDIAM GUSTINELLI
PAULO VERISSIMO JUNIOR
VILMA APARECIDA SARTO ZEFERINO

FAU:
CÉLIA REGINA RODRIGUES SILVA
ELIANA DE AZEVEDO MARQUES
MARIA IRACEMA DA SILVA FERREIRA

FE:
MARIA DO CARMO PRADO MARTINS

FEA:
LÚCIA KAWAHARA
LAURA CRISTINA CORREA SAAVEDRA

FFLCH:
MARIA CELISA DE MATTOS ZAPPAROLI

FMVZ:
ELENA APARECIDA TANGANINI
ELZA MARIA ROSA BERNARDO FAQUIM

FO:
MARIA BERNADETE CAMARGO DE MORAES

FOB:
MARIA INÊS ZAGATTO BELONE

FSP:
ANGELA MARIA BELLONI CUENCA
LÉA MARIA BELLONI JORGE
SONIA GARCIA GOMES ELEUTÉRIO
SUELY ASSUNÇÃO DE OLIM SANTOS

IB:
EVALDO BISPO DOS REIS
MARIA LÚCIA DA SILVA
NELSITA FERRAZ DE CAMPOS TRIMER

ICB:
DELZA PIRUNA MARTINS
ISABEL TERESA LOPES DE ANDRADE
TEREZA CRISTINA SOUTTO MAYOR

ICMC:
GISELDA ISABEL MARTINS SOLFA

IEB:
MARIA ITÁLIA CAUSIN

IF:
JOSÉ SOARES DE LIMA FILHO
JOSUÉ PESSOA DE ARAÚJO
MARIA DE FÁTIMA ALVES DE SOUSA
RACHEL  LUIZ LAGE CUNHA

IFSC:
MARIA HELENA DI FRANCISCO
MARIA NEUSA DE AGUIAR AZEVEDO
NATALINA ORDIVA RIBEIRO ZIEMATH

IGC:
MARIA APARECIDA BEZERRA AYELLO
MARISTELA PRESTES SEVERINO

IME:
ELISABETE VASCO OLIVEIRA
IRMA TERESA FELIPE
JOSÉ EUCLIDES MARTINELLI
MARIA LÚCIA RIBEIRO
MARIA TERESA FERREIRA MINOTTI
VERA LÚCIA MARQUES HAMSI

IQSC:
VITORIA ATRA GONÇALVES

MAE:
ANA LÚCIA  DE LIRA FACINI
ELEUZA GOUVEIA
WASHINGTON URBANO MARQUES  JÚNIOR

MZ:
DIONE SERIPIERRI
MARIA DA CONCEIÇÃO BUENO DA SILVA

DT/SIBi:
JANDIRA NEVES MORAES MOREIRA
PAULINE SETTON

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